segunda-feira, 5 de março de 2012

Pare!!

Se você está correndo atrás, é sinal que ele está fugindo...

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Faça por merecer que eu faço acontecer...

... é disso que o mundo mais precisa: de pessoas que valham a pena...

...

A impressão que tenho é de que estamos todos tentando satisfazer um mesmo desejo, porém de maneira tão individualista e ansiosa que perdemos a noção do que realmente importa.

Assim, a carência afetiva tem se transformado numa verdadeira epidemia. Vivemos num mundo onde tudo o que fazemos nos induz a “ter” cada vez mais. Um celular novo, um sapato de outra cor, uma jaqueta diferente, uma viagem em suaves prestações...

E enquanto isso, nos sentimos cada vez mais vazios. Nossa voz interna faz um eco que chega a doer; e tudo o que poderia nos fazer sentir melhores seria “apenas” um pouco de carinho.

A carência é tão grande, a sensação de solidão é tão forte que nos dispomos a pagar por companhia, por uma remota possibilidade de conseguir um pouco de carinho. Talvez você argumente: “de forma alguma, eu nunca saí com uma garota ou um garoto de programa; jamais pagaria para ter carinho!”.

Pois é, mas não é de dinheiro que estou falando. Estou falando das escolhas que fazemos, indiscriminadamente, em busca de afeto; das relações sexuais fáceis e fugazes, da liberação desenfreada de intimidade, da cama que chega às relações muito antes de uma apresentação de corações... Expomos nossos corpos, mas escondemos nossos sentimentos de qualquer maneira!!!

Ou, ao contrário de tudo isso, estou falando da amargura e do mau-humor que toma conta daqueles que não fazem nada disso, que se fecham feito ostras, criticando e maldizendo quem se entrega, quem transa, quem sai em busca de afeto...

Enfim, os extremos demonstram exatamente o quanto pagamos. De uma forma ou de outra, estamos pagando pelo carinho que não damos e pelo carinho que, muitas vezes, não nos abrimos para receber.

Ou seja, se sexo realmente fosse tão bom, poderoso e suficiente quanto “prometem” as revistas femininas, as cenas equivocadamente exageradas das novelas ou os sites eróticos, estaríamos satisfeitos, não é? Mas não estamos, definitivamente não estamos!

Sabe por quê? Porque falta conteúdo nestas atitudes, nestes encontros. Não se trata de julgamento de valor nem de pudor hipócrita. Não se trata de contar quantas vezes já esteve com alguém para saber se já pode transar sem ser chamada de ‘fácil’...

Trata-se de disponibilidade para dar e receber afeto de verdade, sem contabilizar, sem morrer de medo de parecer tolo; sem ser, de fato, pegajoso ou insensível... apenas encontrar a sua medida, o seu verdadeiro desejo de compartilhar o seu melhor!

Muito mais do que orgasmos múltiplos, precisamos urgentemente de um abraço que encosta coração com coração, de um simples deslizar de mãos em nosso rosto, de um encontro de corpos que desejam, sobretudo, fazer o outro se sentir querido, vivo. Tocar o outro é acordar as suas células, é revivescer seus poros, é oferecer um alento, uma esperança, um pouco de humanidade, tão escassa em nossas relações.

Talvez você pense: mas eu não tenho ninguém que esteja disposto a fazer isso comigo, a me dar este presente. Pois é. Esta é a matemática mais enganosa e catastrófica sob a qual temos vivido. Quem disse que você precisa ficar à espera de alguém que faça isso por você?!?

Não! Você não precisa, acredite! De pessoas à espera de soluções o mundo está farto! Precisamos daqueles que estão dispostos a “serem” a solução! Portanto, se você quer vivenciar o amor, torne-se o próprio amor, o próprio carinho, a própria carícia. Torne-se a diferença na vida daqueles com quem você se relaciona, para quem você se disponibiliza.

A partir de hoje, ao invés de sair por aí dizendo que vai “beijar muuuuito”, concentre-se na sua capacidade de dar afeto e surpreenda-se com o resultado. Beije sim, sem se preocupar se é muito ou pouco. Beijar é bom, muito bom, sem dúvida; mas empenhe-se antes em trocar afeto, em se relacionar exercitando o respeito pelo outro, o respeito por si mesmo... e estou certa de que os encontros valerão muito mais a pena!

Seja você mesmo (a) SEMPRE!



Quando iniciamos um relacionamento, é muito natural tentarmos agradar o outro. Afinal, é a fase da conquista, é tempo de cativar um coração desconhecido. Para isso, é preciso que haja identificação, harmonia, desejo de se manterem por perto...

No entanto, também é muito natural que, com o passar do tempo, cada um comece a revelar seus desejos e seu modo de ser, e nem sempre o que um quer e faz é o mesmo que o outro gostaria ou faria. São duas pessoas que, por mais que se descubram interessadas mutuamente, têm histórias, valores e gostos diferentes.

Algumas pessoas, ao perceberem que de algum modo desagradaram ou decepcionaram o outro com sua atitude, escolha ou com a simples expressão de si mesmas, sentem-se inseguras e com medo de que a relação termine. Assim, decidem relevar essa vontade para considerar a vontade do outro.

Sem dúvida, saber ceder é uma qualidade admirável. Aliás, cada vez mais rara, eu diria. Mas é preciso compreender, antes de qualquer coisa, a diferença, a sutil diferença entre ceder conscientemente e anular-se, subjugar-se e não ocupar seu lugar nos relacionamentos.

Em outras palavras, o fato é que, numa relação, é preciso aplicar a famosa regra do "nem 8, nem 80". Isto é, equilíbrio é o segredo. E embora nem sempre seja fácil praticar o equilíbrio, especialmente porque os resultados também dependem do bom senso do outro, eu diria que com bastante diálogo e disposição para o amadurecimento, é possível.

Dito isso, penso que o verdadeiro problema nessa questão sobre agradar o outro ou ser a gente mesma é mais profundo. O buraco é mais embaixo. Acontece que muitas pessoas têm afogado seus desejos, ignorado seus sentimentos, tapado os ouvidos para sua intuição e fechado os olhos para si mesmas não como demonstração de maturidade e equilíbrio e, sim, justamente o contrário: como demonstração de imaturidade, desajustes internos e de uma enorme urgência em se rever antes de tentar agradar o outro, seja esse outro quem for.

Até porque, convenhamos, uma pessoa que termina fazendo tudo o que outro quer, está bem longe de ser agradável. Ocupa apenas o lugar de quem alimenta, além de seus próprios, também os desajustes óbvios do outro. Sim, claro, quem aceita estar numa relação onde o outro nunca tem vez e sua vontade tem de ser a soberana, está decididamente demonstrando o outro lado da mesma moeda! Ou seja, não existe uma vítima e um vilão. Existem dois seres humanos precisando trabalhar suas individualidades e a capacidade de enxergar a si mesmo e ao outro como merecedores de algo que faça mais sentido. Que se pareça um pouco mais com amor.

E que nos tornemos cada vez mais cientes de uma grande verdade: ser a gente mesma não é uma escolha, não é uma ação forçada. É a suave e natural consequência de um processo de autoconhecimento e, sobretudo, de saber reconhecer que toda vez que não encontrarmos espaço para expor o que sentimos e queremos, ou seja, espaço para sermos inteiros e íntegros, então, essa situação não é real. E não vale a pena ser vivida.

Por fim, só existe um jeito de agradar a pessoa certa, na hora certa e no lugar certo: sendo quem você é! Enquanto isso não acontecer, enquanto você estiver perdido de si mesmo, vai continuar atraindo a pessoa errada, na hora errada e no lugar errado!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Yang x Yin... a diferença entre homens e mulheres

Yang - masculino, brilho, solar, claro, dureza
Yin - feminino, ausência de luz, frio, maciez
...
Por definição, somos diferentes. Por defeito de fabricação ou, simplesmente, por perfeição.
...
Para começar, anatomicamente o homem é "para fora", o que historicamente lhe concede a têmpera introdutora, enquanto a mulher foi feita "para dentro", pronta para receptar.
O homem "joga fora", a mulher "guarda".
O homem não se envolve porque demora a amadurecer, por que a maturidade é a "capacidade de comprometimento que temos com a vida e com o outro".
A mulher tem resistência, o homem, a força;
a mulher nasce com o instinto maternal, o homem, com pretensão patriarcal;
a mulher tem malícia, o homem, manha;
a mulher gosta de falar de emoções, o homem de coisas práticas;
a mulher fantasia, o homem procura resposta;
a mulher deseja compromisso, o homem companhia e sexo;
a mulher precisa que se prove o amor, o homem, só necessita sentir;
a mulher fala, o homem demonstra;
a mulher procura felicidade, o homem prazer.
O homem, as vezes casa porque cansou. A mulher por paixão.
O homem espera ser entendido, a mulher, ser amada;
o homem precisa experimentar, a mulher, ouvir;
o homem acorda com a mesma cara que dormiu, a mulher, com a cara amassada;
o homem grisalho é charmoso. a mulher, é desleixada;
o homem aos 35 anos está começando o auge do poder da escolha, a mulher o início do desespero pela solterice;
o homem procria até a velhice, por isso tem muito tempo, a mulher tem um relógio biológico, por isso tem urgência;
o homem não se importa de ter sua mulher com menos cultura, menos poder aquisitivo (até gosta pela dependência que causa), a mulher procura exatamente o contrário;
o homem geralmente se intimida com as conquistas femininas, a mulher se orgulha das do homem.
A mulher tem mais resistência à dor,porque desde criança começa a ter cólicas e tem que se acostumar com isso, o homem tem mais força porque historicamente sempre teve que defender a mulher e fazer o trabalho braçal, mas parece que vai morrer quando acometido por um simples resfriado.
Está estatiscamente comprovado. Num índice assustador, 75% das mulheres não tem facilidade de alcançar o orgasmo, podendo passar pela vida sem sentí-lo, a não ser por conta própria, enquanto o homem, na totalidade, o atinge com maior ou menor esforço.
O homem fala de ação, a mulher, de emoção;
o homem tem medo que a mulher o traia, a mulher, que o homem se envolva com outra;
a mulher faz rodeios, o homem é objetivo.
O homem tem que usar terno, pilotar a churrasqueira, ser atleta sexual, fingir que não viu que a mulher tem celulite.
O homem não liga no dia seguinte porque teme estar perdendo algo mais interessante que possa conhecer no outro dia, a mulher espera grudada ao telefone, como se o próximo toque fosse "ele".
O homem libera milhões de espermatozóides a cada ejaculação, a mulher normalmente, um óvulo por mês.
O homem não pergunta se está gordo quando não está, porque isso não importa, a mulher quer ouvir do homem uma resposta negativa mesmo que ela esteja fora do peso.
A mulher usa metáforas, o homem gosta que vá logo ao assunto.
Para o homem, não estar pensando em sua parceira não quer dizer nada, a mulher quer sempre que isso esteja acontecendo;
o homem tem "visão tubular", a mulher, "esférica", o que a faz perceber tudo a sua volta, inclusive aquele fato que seu par não percebeu.
A felicidade do homem está mais ligada ao poder e ao trabalho, enquanto a mulher só se sente feliz se assim estiver afetivamente.
Para o homem, churrasco, bola, controle remoto, amigos, não são concorrentes seus, para a mulher, são inimigos mortais;
para o homem, compras em shopping não é um programa divertido, para mulheres, é quase um orgasmo;
o homem não entende a lógica da combinação entre uma salada de folhas e uma torta de chocolate, a mulher acha que é a dieta mais equilibrada.
O homem pai solteiro é um herói, a mulher, leviana;
o papel do homem é insistir, o da mulher, fingir que não quer...
Então, por tudo isso, jamais lute contra essas diferenças.
Aceitar e entendê-las verdadeiramente, sem falsos altruísmos ou, mesmo, submissões,
é a forma mais inteligente de falarmos a mesma linguagem.
O primeiro passo é aceitar a distinção de nossos corpos, expectativas, valores e alma,
que felizmente existem e nos faz tão necessários um na vida do outro.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Fazer ou Não Fazer?



Há tempos venho pensando no assunto. Não exatamente sobre fazer ou não fazer, mas sobre a conotação que as pessoas, a sociedade e a mídia têm dado ao ato sexual. A impressão que fica é de que, na maioria das vezes, temos caído em dois perigosos extremos: ou se romantiza demais ou se banaliza demais!

Portanto, penso que o ideal, ao falarmos sobre o assunto, é tentar encontrar o equilíbrio e, sobretudo, a possibilidade de uma postura saudável diante das escolhas. Sem querer minimizar o que quer que faça parte dos valores de cada um, apenas para facilitar a compreensão, penso que podemos traçar um paralelo entre sexo e comida.

A começar pelo sábio ditado que diz que somos o que comemos, podemos ter uma ideia da importância de nossas escolhas ao compor nosso cardápio diário. Comer demais causa obesidade. Gordura em excesso entope as artérias do coração e causa doenças cardíacas. Açúcar além da conta pode causar, entre outros danos, diabetes. Alimentos industrializados podem provocar câncer. Por outro lado, alimentos naturais e até mesmo alguns não tão politicamente corretos, quando consumidos com moderação e consciência, não prejudicam a saúde. E por aí vai... Você certamente já sabe de tudo isso.

Bem, com as relações sexuais, é mais ou menos a mesma coisa. Poderia citar aqui o que pode causar o sexo sem responsabilidade, mas acredito ser desnecessário. Sendo assim, se a pergunta é sexo casual: fazer ou não fazer?, sugiro algumas importantes reflexões: este status de casual é uma opção ou uma falta de opção? E se é uma opção, ela tem a ver com uma atitude também casual ou recorrente? Se for recorrente, será que se trata de uma fuga, um medo, uma dificuldade de estabelecer vínculos afetivos? Está tentando enganar a quem?

No mais, você realmente quer ou simplesmente está se deixando levar pela escolha do outro? Você está reconhecendo seu próprio desejo, em seu corpo, em seus batimentos cardíacos, ou apenas está reproduzindo um comportamento ditado pela mídia como sendo o mais condizente com os tempos atuais?

O fato é que se você tem se tornado aquele tipo de pessoa que vai às baladas e já parte para os finalmentes, certamente está banalizando o ato sexual, desconsiderando seus sentimentos e desvalorizando seu coração. E se, por outro lado, vive negando sua sexualidade, usando seu sexo como passaporte para conquistar algum outro status ou transformando-o numa espécie de leilão, também está seguramente se equivocando na dose.

Transar ou não transar tem que estar diretamente relacionado com uma fórmula poderosíssima: aquela resultante da combinação entre o que você sente, pensa e quer. Ou melhor, seus sentimentos, desejos, valores e responsabilidades.

Quer? Acredita que não está violando sua própria ética? Pode arcar com as consequências? Sabe fazer com responsabilidade? Então, vá por inteiro. Entregue-se de corpo e alma e faça esse momento valer a pena. Sem culpas, sem tabus, sem pudores inúteis e sem falsos moralismos. Porque sendo casual ou não, fazer amor tem de ser uma escolha que conduza os envolvidos ao prazer, à alegria, à delícia de se saber visto, querido e pulsante! E isso só pode ter a ver com maturidade e, por que não dizer?, amor...

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Só entende o que é perdão, quem um dia precisou ser perdoado

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Eu Já...

Já fui julgada até crucificada.
Já fui enaltecida e muito amada.
Já fui certa e errada.
Já julguei e condenei.
Me arrependi e me desculpei.
Já fiz de tudo um pouco porque meu verbo é solto.
Se sinto, preciso falar, se me incomoda tenho que questionar.
Mal interpretada costumo ser, mas o que posso fazer quando preciso dizer o que vai dentro do meu coração e bole com a minha emoção.
Já fui injusta com quem não deveria ser e cruel com quem fez por merecer.
Já fui bondosa e companheira.
Já fui até a enfermeira de vidas que desabavam.
Já fui bombas que estouravam em meio a guerras devastadoras.
Já fui a doutora que curou um coração que se feriu por amor.
Já fui a personagem esquecida e a atriz principal.
Já fui recatada e imoral.
Já fui alguém que o vento levou e que trouxe, de volta, por um favor.
Já acertei e errei adoeci e me curei.
Já pedi e implorei.
Já cedi, vendi e dei.
Já me culpei e me torturei por tantas coisas que nem sei.
Já corri muito atrás mas era longe demais e não consegui chegar.
Já rasguei lembranças que não prestavam mais.
Já remexi o lixo para achá-las e de volta, na gaveta, colocá-las.
Já fiz de tudo um pouco afinal sou normal,
só não posso revelar o etc e tal.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A Inveja é Uma "Merda"!




Seja sincero(a). Você gosta quando alguém fica babando por algo que você tem?

Se a resposta for sim, você já parou pra pensar que pode estar fazendo um grande mal a si próprio, já que a inveja pode levar as pessoas a fazerem coisas terríveis contra quem tem o algo em questão?
Algumas pessoas acham que causar inveja é sinal que está arrasando, e gostam de se sentir assim, "superiores", mas se analisar bem, pessoas que gostam de se engrandecer demonstram complexo de inferioridade. Eu sou isso, eu tenho aquilo, etc.

Essa necessidade de se enaltecer, seja pessoal ou materialmente, se dá por se sentirem inferiores, consciente ou inconscientemente, e se preocuparem demais com a opinião das pessoas ao seu redor.

Nunca façam algo que possa provocar inveja.

Hoje em dia encontramos uma série de facilidade em termos de locomoção,de visão, de se confrontar e estabelecer comparações. As pessoas, em conseqüência disso, tornam-se cada vez mais ambiciosas, correndo o perigo de suscitar nos ânimos de outras um sentimento que se destaca entre os mais negativos: a inveja.

Chamar a atenção dos outros sobre si é sempre nocivo, quando a atenção recebida é negativa. O motivo disso é o mesmo que nos leva a não chamarmos a atenção dos ladrões exibindo bem-estar e riqueza. Da mesma forma que isso estimula o roubo, assim a exibição de bem-estar e a ostentação de felicidade e alegria podem fazer nascer a inveja em quem antes não a sentia. "Por que ele e eu não?”

O primeiro fratricídio da humanidade teve como motivo a inveja, e é incontável a cadeia de delitos que no decorrer dos séculos derivou desse terrível sentimento. A inveja pode levar à execução de atos insanos contra a pessoa invejada, até chegar aos malefícios. A inveja é uma corrente negativa, um rio poluído por onde corre.

Diz o ditado que a inveja seca.

Os pensamentos chegam e trazem o mal.

Mas os efeitos da inveja são duas vezes nocivos: para quem a sente e para quem é atingido por ela. E preciso que resguardemos da inveja, evitando ao máximo exibir a nós mesmos, nossas posses, méritos e tudo o que sabemos, para não provocar nos outros esse sentimento pernicioso. A antiga sabedoria aconselhava: “bem viveu quem viveu escondido” (sêneca).

E mais: “não faça nada que possa provocar inveja.” Quem é mais conhecido e se eleva acima dos outros está mais sujeito à mira das projeções maléficas dos invejosos e dos adversários. Por outro lado, para reequilibrar os pesos há também, felizmente, muitas pessoas que enviam projeções de admiração, simpatia e afeto. Desse modo, a balança fica equilibrada. Sem esta compensação, os homens famosos - que estão mais sujeitos a ser visados por seus adversários - seriam destruídos pelos dardos maléficos dos que os antagonizam ou que se julgam prejudicados por suas ações. Se o prato negativo da balança ficar mais pesado, quem for objeto dessas emanações negativas sofrerá desastrosas conseqüências.

O que se deve ocultar:

Não revelem assuntos particulares aos outros, é perigoso mostrar tudo a todos. Deve haver em cada um de nós uma parte reservada, que deve ser mantida como um terreno particular e pessoal, onde ninguém possa penetrar, nem mesmo com o olhar: são coisas que cada um deve guardar para si próprio.

A sabedoria oriental ensina isso de uma maneira quase jocosa, com um provérbio muito conhecido: "A idade, o dinheiro, um buraco na parede, os projetos, o prazer no amor, os alimentos, as penitências, as esmolas e as ofensas sofridas: tais coisas devem ser guardadas com cuidado.”

Nunca provoquem no próximo sentimentos negativos. Além do mais, ser uma pessoa reservada deve ser algo natural para quem vive a vida interiormente, e não apenas de forma superficial. Inveja e avidez são a causa de tantas projeções maléficas, mesmo involuntárias, que os homens atiram uns contra os outros.

Se perguntarem a alguém a respeito de seus projetos futuros, obterão como resposta uma explicação vaga e insatisfatória; se perguntarem a um autor o título de seu futuro lançamento, ele responderá que ainda não resolveu nada a respeito.

A verdade é que muitas pessoas têm o cuidado de não revelar seus planos, como medida preventiva, mas que tipo de cuidado é esse? É ocultar aos olhos dos outros aquilo que se quer esconder por temer emanações negativas. Se ocultarem, impedirão toda e qualquer influência maléfica sobre aquilo que se tem em mente.

Quando somos obrigados a revelar aquilo que queremos manter escondido, costumamos fazer gestos contra o mau-olhado, como, por exemplo, dois dedos levantados ou entrelaçados, ou ainda, bater em qualquer objeto de madeira três vezes, e assim por diante. Isso se faz visando descarregar as forças negativas que, de outra forma, atingiriam o projeto em questão.

Tal atitude é muito antiga, a ponto de já ter sido aconselhada em experiências vividas em civilizações milenares. A facilidade com que hoje muitos tendem a se familiarizar com pessoas recém-conhecidas, revelando a todos as próprias idéias e planos, pode ser a causa de graves danos. Se isso indica confiança nas pessoas boas, em outras pode favorecer a oportunidade para o desabafo dos piores instintos e egoísmos. Para evitar esse tipo de coisa, será oportuno fazer amizade com pessoas mais fortes que vocês, serenas e otimistas, que os ajudarão a ver os aspectos mais bonitos da vida. Se souberem procurar pessoas calmas e que irradiam energias positivas, e conseguirem identificar as que têm carga interior feita de amor e bondade, elas lhes transmitirão energia necessária para superar os aspectos difíceis da existência.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011




Quando surgirem dificuldades no seu caminho,
Permita-se aprender…
Faz parte do seu crescimento.
.
Quando alguém te magoar,
Permita-se perdoar…
Cada um tem seu ní­vel de entendimento.
.
Quando perceber que errou,
Permita-se mudar…
Você pode fazer outra escolha.
.
Quando alguém te tocar com amor,
Permita-se sentir…Você pode retribuir.
.
Quando nada puder fazer,
Permita-se esperar…
É só agradecer e serenar sua mente.
.
Quando surgirem dúvidas,
Permita-se acreditar…
O Universo responderá.
.
Quando parecer não ter solução,
Permita-se criar…

Sua imaginação constrói suas experiências.
.
Quando se achar inferior,
Permita-se merecer…
Apenas a bondade é real.
.
Quando precisar de ajuda,
Permita-se receber…
Tudo que precisa está ao seu redor.
.
Quando se emocionar,
Permita-se chorar…
Deixe fluir na alegria e na dor.
.
Quando sentir medo,
Permita-se conhecer…
Saiba que é apenas uma ilusão.
.
Quando se sentir vazio,
Permita-se amar…
O amor tudo preencherá.
.
Quando se permitir ser o que realmente é,
Quando se permitir ser sincero com você mesmo,
Compreenderá o significado da verdadeira liberdade,
Saberá ouvir sua própria voz interior, seu coração…
Saberá aceitar, e também recusar…
Suas palavras terão significado, terão poder…
Quando se permitir observar a vida,
Quando se permitir seguir em sua mí­stica beleza,
Compreenderá que tudo depende do que escolhe,
Cada dia será novo…
Cada sentido será novo…
Vibrará aqui e agora…
.
Permita-se ser feliz e levar felicidade!
Permita-se amar e ser amado!
Permita-se agradecer!
Permita-se viver!
Permita-se sentir!
Permita-se ser!!
.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Amores Que Marcam...

Alguns amores marcam a nossa vida. O primeiro amor, amor não correspondido, paixões avassaladoras. São amores cármicos, isto é, almas que se conheceram em vidas anteriores e se reencontram na vida atual. Podem ser ou não almas gêmeas. O amor platônico fica apenas na imaginação. Amor do fã pelo ídolo, do aluno pela professora. Geralmente, são muito intensos e marcam. Os mais fortes são as paixões obsessivas. Obsessão não é amor; é dependência. A pessoa se frustra porque não consegue ser correspondida em seus sentimentos. Dependendo do caso pode se transformar em tragédia. Amor passional.

Os filmes contam histórias de amor. As letras de música falam sobre amores sofridos e dor de cotovelo. Há um certo prazer em sofrer por amor. Amar intensamente traz colorido à vida, mas tenha cautela com sua imaginação. Ela pode lhe pregar peças e ilusões. O amor verdadeiro cresce na convivência e no dia-a-dia.

Relembrar um amor do passado pode ser gratificante. A gente sempre aprende com as experiências da vida. O primeiro amor é sempre inesquecível. O amor platônico pode, às vezes, ter raízes em encarnações passadas. Relembrar sim; sofrer novamente é doentio. Jamais lamente o passado e aprenda com seus erros.

O destino aproxima seres que se amam de verdade mesmo depois de anos de separação. Uma vizinha, por exemplo, reencontrou um ex-namorado quarenta anos depois. A mãe dela não permitiu o namoro, porque ambos eram muito jovens. Ela se mudou de cidade, depois se casou e nunca mais o viu. Quarenta anos depois, eles se reencontraram num baile da terceira idade. Ficaram juntos durante quatorze anos e só se separaram, porque ela faleceu em 2002. Um amor que se renova após tanto tempo de afastamento pode ser predestinado.

Se você amou demais e sofreu muito, por que relembrar com insistência? Sua vida estará onde estiver seu pensamento. O momento presente é muito importante. Enquanto a gente foge para o passado não precisa lidar com as dificuldades de um amor atual.

Uma história de amor marcante deve servir como lição de vida. Se for um amor verdadeiro voltará novamente. Na linguagem do amor não existe a palavra sempre e nunca. Não viva na ilusão! Você merece ser feliz! A vida é curta demais para prolongar um sofrimento. Seja romântico, mas com a cabeça nas estrelas e os pés no chão.

Não consegue esquecer esse amor? Faça alguma coisa para resolver esse impasse! Converse com a pessoa ou se declare, mas mantenha a expectativa sob controle. E se prepare para ouvir um não, se for o caso. Um amor não correspondido não é o fim da sua vida. Livre-se de qualquer dependência afetiva. Se não o consegue procure ajuda terapeutica. Faça a seguinte mentalização todos os dias:

“Eu sou uma pessoa inteira. Mereço amor e carinho. Peço a Deus que abra os caminhos. E me liberte dos amores do passado." Qualquer oração deve ser acompanhada por uma mudança de atitude.
Seja feliz!