Elegância não é questão de nível social, é questão de atitude. É quase uma dádiva. Saber portar-se é tudo. Quem já não se pegou pensando na falta de elegância de alguém? O elegante nato é perfeito do começo ao fim do dia, mesmo sem platéia. É um sujeito cordial, quase amoroso, traz sempre um sorriso no rosto, pede licença para falar, envia mensagens aos amigos em datas comemorativas, responde a todos os e-mails que recebe, jamais dá ouvidos a fofocas no trabalho, não usa perfume além do necessário, é discreto no visual, está sempre com o celular desligado em lugares que exigem silêncio, ouve música no volume mínimo, não desconta nos outros os seus problemas, valoriza o esforço de quem o ajuda, tem postura adequada para cada situação, não é dono da verdade, só opina em questões pessoais se for solicitado e nunca diz: -Você sabe com quem está falando. É a pessoa perfeita!
O que se pode considerar deselegante? Vejamos: Falar alto é deselegante (dê um voto aos professores), rir alto é pior ainda, tirar os sapatos em público é terrível, saborear um delicioso quindim e lamber todos os dedos (em público) são quinze pontos a menos no quesito "boas maneiras", falar de boca cheia, não fechar a porta do banheiro quando está em casa, furar a fila, guardar lugar na fila no cinema para os dez amigos que ainda vão chegar, incentivar concursos de arroto, falar mais do que ouvir, comentar com a sua amiga que ela engordou, não cumprir com as promessas, gabar-se das suas marcas de roupas, sapatos e carro, não ceder o lugar aos mais velhos, fazer gestos obscenos com o dedo do meio no trânsito, ultrapassar em local proibido, orgulhar-se de ser intransigente, fazer comparações enaltecendo o que se refere a si, ser o primeiro a chegar e o último a ir embora da festa... Vamos combinar, ninguém consegue ser elegante em tempo integral. O comportamento humano depende muito da situação - uma atitude descortês vinda de um pulha qualquer pode afetar as emoções de qualquer um. E aí, o procedimento habitual de equilíbrio e candura podem ceder lugar aos rompantes desastrosos, afinal, ninguém tem "sangue de barata". Claro, você pode e deve deixar o seu lado brucutu e barraqueiro sempre em casa, mas uma pequena dose de "espontaneidade comportamental" de vez em quando não faz mal a ninguém. Elegância tem a ver com saber enfiar o pé na jaca e sair dela sem vexame. E para não dizer que não falei de sexo, é elegante não tornar público o que aconteceu a dois, seja ele o(a) companheiro(a) ou uma simples aventura. Enfim, basta ser cordial, educado, simpático, bondoso, nobre, gentil, carismático, discreto, generoso e já estará sendo elegante. Muito simples, não é mesmo?
O que se pode considerar deselegante? Vejamos: Falar alto é deselegante (dê um voto aos professores), rir alto é pior ainda, tirar os sapatos em público é terrível, saborear um delicioso quindim e lamber todos os dedos (em público) são quinze pontos a menos no quesito "boas maneiras", falar de boca cheia, não fechar a porta do banheiro quando está em casa, furar a fila, guardar lugar na fila no cinema para os dez amigos que ainda vão chegar, incentivar concursos de arroto, falar mais do que ouvir, comentar com a sua amiga que ela engordou, não cumprir com as promessas, gabar-se das suas marcas de roupas, sapatos e carro, não ceder o lugar aos mais velhos, fazer gestos obscenos com o dedo do meio no trânsito, ultrapassar em local proibido, orgulhar-se de ser intransigente, fazer comparações enaltecendo o que se refere a si, ser o primeiro a chegar e o último a ir embora da festa... Vamos combinar, ninguém consegue ser elegante em tempo integral. O comportamento humano depende muito da situação - uma atitude descortês vinda de um pulha qualquer pode afetar as emoções de qualquer um. E aí, o procedimento habitual de equilíbrio e candura podem ceder lugar aos rompantes desastrosos, afinal, ninguém tem "sangue de barata". Claro, você pode e deve deixar o seu lado brucutu e barraqueiro sempre em casa, mas uma pequena dose de "espontaneidade comportamental" de vez em quando não faz mal a ninguém. Elegância tem a ver com saber enfiar o pé na jaca e sair dela sem vexame. E para não dizer que não falei de sexo, é elegante não tornar público o que aconteceu a dois, seja ele o(a) companheiro(a) ou uma simples aventura. Enfim, basta ser cordial, educado, simpático, bondoso, nobre, gentil, carismático, discreto, generoso e já estará sendo elegante. Muito simples, não é mesmo?
0 comentários:
Postar um comentário